RT @Senficon@twitter.com
Remember when you were told that your memes will be safe? France just published its proposal to include in its law and "forgot" all safeguards meant to protect users. Here's what this means for the rest of the EU: t.co/c4COOlU3Pt t.co/WnI9B3X57Q

Essa desconfiança sobre se os resultados apresentados serão de facto os reais, por sua vez, mina a confiança no processo eleitoral, nas instituições, e, em último caso, na própria Democracia.
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Quando o eleitor médio não consegue compreender o funcionamento de todo o processo de voto, se surgirem - e vão surgir - erros ou resultados mais surpreendentes (ou ainda por simples decepção e/ou rancor de candidatos derrotados), vai gerar-se a desconfiança nos resultados.
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Mas não podemos deixar de apontar estas notícias como paradigmáticas do perigo que o voto electrónico representa (não, não são apenas detalhes técnicos complicados).
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t.co/Fq8Ca7HBsu

Não sendo as eleições na Ordem dos Advogados eleições europeias, nacionais ou locais, não temos especial interesse pela decisão de utilização de voto electrónico ou por saber como funciona exactamente o sistema utilizado.
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Recurso para mudarem os vossos dados de um serviço para outro por @PortMyData@twitter.com t.co/lSA3jJyIay

Uma reflexão sobre a regulação das plataformas. Banir conteúdos das plataformas a torto e a direito é estar a atacar os sintomas, não a resolver os problemas.
E tem consequências directas na liberdade de expressão dos cidadãos. t.co/biFcCxPrGD

Para uma história mais completa, com todos os detalhes da história e background do mundo da governação da Internet, ver:
t.co/bPbUcAUjpa

Acrescentam ainda que "as ofertas disponíveis são de extrema qualidade", e que "não se pode comparar só preço."

Esta thread era para ser uma resposta, mas ainda não conseguimos parar de rir.

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Oiçam esta.

Três operadores que controlam 95%-99% do mercado sentem-se muito injustiçados.

Querem que regulador "deixe o mercado funcionar".
Acham que o "nível de concorrência existente é elevado". (cont)

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t.co/D435HJR80z

Entrevistador: "Não o chocaria se visse um tema seu associado a alguma coisa que fosse vincadamente contra os seus valores?"
"Não, podem fazer hinos nazis com as minhas canções que eu não tenho nada a ver com isso".

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"Tenho uma relação bastante radical com essa coisa das autorizações para fazerem coisas com as minhas canções e com o próprio conceito filosófico de direito de autor. Tenho as maiores dificuldades em lidar com isso."

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t.co/j6eZ1CwROs

"Quem sou eu, mais do que Camões, Mozart ou Rimbaud? Quem pede autorização a estes?"

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"Usem-nas como quiserem, as acções ficam para quem as pratica, a comunidade que assuma a crítica. (E sou absolutamente contra o direito de autor póstumo, salvo pontual e limitadamente no caso de alguém ficar pendurado com a morte do artista). (...)

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"Salvo em casos de utilizações comerciais, ou para fins lucrativos privados, nunca me servi dos direitos de autor para autorizar ou deixar de autorizar. As minhas canções saem de casa como os filhos, e vão à sua vida. (...)

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t.co/ha5bc2UyH2

José Mário Branco e o direito de autor.

Quando os nossos políticos apoiam e aprovam medidas que colocam em causa utilizações livres, justas e não comerciais, por parte de cidadãos, na Internet, por falta da sacrossanta autorização prévia, JMB torna-se mais actual que nunca.

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Mastodon (PT)

Mastodon é uma rede social baseada em protocolos abertos da web e software livre e gratuito. É descentralizado como e-mail.