Grande artigo (@carolinebfranco@twitter.com/@SetentaQuatro@twitter.com) a colocar o dedo na ferida em vários aspectos da videovigilância. Em Portugal há um efeito curioso: ao mesmo tempo que a criminalidade desce, a agenda securitária ganha cada vez mais força.

setentaequatro.pt/enfoque/vide
1/

Dois comentários:
As mudanças de posição da CNPD ao longo dos anos não resultam de mudanças de entendimento sobre o tema. A CNPD tem a sua acção limitada por lei. Porque motivo antes recusava autorizações e agora aceita? Porque a isso foi obrigada por mudanças na lei.
2/

Essas mudanças vêm muito de trás e os seus autores têm cara (há umas sempre repetidas pois a maior parte dos problemas de direitos digitais em Portugal tem a mesma origem). Isto foram opções políticas pelas quais não se pode admitir desresponsabilização.
3/

Sem essa séria reflexão, o diálogo que @SetentaQuatro@twitter.com aqui inicia será inconsequente.

[nota: imagem anterior é da edição do Público de 20/09/2021, reorganizada para facilitar leitura]
4/

Teria também sido fácil rebater algumas frases cliché que são ditas apenas para soar bem, mas que têm o problema de não terem qualquer correspondência com a realidade.
“Uma fiscalização muito rigorosa”? Vide aqui como era antes:
/5
masto.pt/@d3/10725842535356679

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