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Decisão trágica do Tribunal Europeu de Direitos Humanos.
Recomenda-se a leitura do voto do juiz português Paulo Pinto de Albuquerque, que "parte a loiça toda":
hudoc.echr.coe.int/eng?i=001-2

«Este juízo altera fundamentalment o equilíbrio existente na Europa entre o direito ao respeito pela vida privada e os interesses de segurança pública, na medida em que admite a vigilância não direccionada do conteúdo das comunicações electrónicas e dados de comunicações conexas»

«O Tribunal de Estrasburgo fica atrás do Tribunal do Luxemburgo, que continua a ser o farol dos direitos à vida privada na Europa.
Para o bem ou para o mal, e creio que para o mal mais do que para o bem, com o presente acórdão o Tribunal de Estrasburgo acaba de abrir as portas

para um "Big Brother" electrónico na Europa. Se este é o novo normal que os meus colegas ilustres na maioria querem para a Europa, não posso juntar-me a eles, e digo isto com um coração desencantado, com a mesma consternação que transpira do Miserere mei, Deus, de Allegri.»

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