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José Mário Branco e o direito de autor.

Quando os nossos políticos apoiam e aprovam medidas que colocam em causa utilizações livres, justas e não comerciais, por parte de cidadãos, na Internet, por falta da sacrossanta autorização prévia, JMB torna-se mais actual que nunca.

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"Salvo em casos de utilizações comerciais, ou para fins lucrativos privados, nunca me servi dos direitos de autor para autorizar ou deixar de autorizar. As minhas canções saem de casa como os filhos, e vão à sua vida. (...)

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t.co/ha5bc2UyH2

"Usem-nas como quiserem, as acções ficam para quem as pratica, a comunidade que assuma a crítica. (E sou absolutamente contra o direito de autor póstumo, salvo pontual e limitadamente no caso de alguém ficar pendurado com a morte do artista). (...)

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"Quem sou eu, mais do que Camões, Mozart ou Rimbaud? Quem pede autorização a estes?"

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"Tenho uma relação bastante radical com essa coisa das autorizações para fazerem coisas com as minhas canções e com o próprio conceito filosófico de direito de autor. Tenho as maiores dificuldades em lidar com isso."

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t.co/j6eZ1CwROs

Entrevistador: "Não o chocaria se visse um tema seu associado a alguma coisa que fosse vincadamente contra os seus valores?"
"Não, podem fazer hinos nazis com as minhas canções que eu não tenho nada a ver com isso".

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